O protocolo anunciado entre o Estado e a Petrobras estuda a venda antecipada do gás do projeto em águas profundas, com produção prevista para 2030. A divulgação projeta impacto de até R$ 37,8 bilhões no PIB estadual e cerca de 200 mil empregos ao longo da implantação e operação.
Estimativas dessa escala criam oportunidade e também expectativa. O número acumulado de postos ao longo de vários anos não equivale a empregos simultâneos, e o impacto local dependerá de onde fornecedores, trabalhadores, processamento e arrecadação estarão inseridos.
Esta publicação defende que Sergipe use o período anterior à produção para formar pessoas, preparar empresas locais, planejar receitas e tornar públicas as premissas econômicas e ambientais. O melhor legado não será apenas extrair um recurso, mas construir capacidade que permaneça depois do ciclo do projeto.
Fonte oficial: Governo de Sergipe — protocolo do gás. Consulta realizada em 9 de agosto de 2026.
