A rede estadual informou que mais de 60% dos produtos destinados à alimentação escolar vinham da agricultura familiar, acima do percentual mínimo nacional anunciado para 2026. A política aproxima cooperativas e pequenos produtores de uma demanda pública contínua.
Essa escolha pode melhorar o cardápio e, ao mesmo tempo, manter recursos circulando nos territórios. O resultado, contudo, depende de planejamento de compras, assistência técnica, logística, pagamento pontual e critérios nutricionais que não sejam sacrificados para cumprir apenas uma porcentagem.
O ponto de vista desta publicação é que a política merece indicadores duplos: qualidade e aceitação das refeições de um lado; renda, diversidade de fornecedores e distribuição regional do outro. Assim, a merenda deixa de ser tratada só como despesa e passa a ser avaliada como investimento social e produtivo.
Fonte oficial: Governo de Sergipe — alimentação escolar. Consulta realizada em 9 de agosto de 2026.
